Prof.: Fernando Pires
Diane Arbus
14 de março de 1923 - New York
Fotógrafa americana, se casou aos 18 anos com o fotografo Allan Arbus, com quem aprendeu a fotografar, se separou em 1959. Passou, então, a trabalhar como fotojornalista e teve fotos suas publicadas na grande imprensa norte-americana. A temática principal de sua fotografia era "o outro lado", mais angustiado, da cultura americana.
Escolheu uma máquina reflex de médio formato Rolleiflex com dupla objetiva, em detrimento das máquinas de 35 mm. Com a Rolleiflex teria "vistas largas", mais resolução e um visor à altura da cintura que lhe proporcionava uma relação mais próxima com o fotografado. Entram também em cena os flashes em fotografias tiradas de dia. O objetivo era separar o essencial do acessório.
Em 1971, aos 48 anos, Diane se suicidou ingerindo grande quantidade de barbitúricos e cortando os pulsos.
O catálogo da exposição retrospectiva que o curador John Szarkowski concebeu, em 1972, tornou-se num dos mais influentes livros de fotografia. No mesmo ano, Arbus tornou-se a primeira fotógrafa americana a ser escolhida para a Bienal de Veneza.
Em 2007 estreiou o filme 'A Pele', com Nicole Kidman, que trata-se de um “retrato imaginário” de Diane, fotógrafa conhecida por ter voltado suas lentes para corpos excluídos dos padrões estéticos habituais: anões, gigantes acromegálicos, drag queens, deficientes intelectuais, doentes psiquiátricos crônicos – mas também para pessoas “normais” com certo grau de bizarrice no modo de se apresentar, de se maquiar e/ou de se vestir (e também de se despir, como os nudistas).
"Para mim o sujeito de uma fotografia é sempre mais importante que a fotografia. E mais complicado…"







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